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Iphan abre consulta pública para tornar ofício de Tacacazeira Patrimônio Cultural do Brasil

Iphan abre consulta pública para tornar ofício de Tacacazeira Patrimônio Cultural do Brasil
Iphan abre consulta pública para tornar ofício de Tacacazeira Patrimônio Cultural do Brasil

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) abriu, na segunda-feira (22), consulta pública para que a sociedade possa se manifestar sobre a proposta de registro do Ofício de Tacacazeira como Patrimônio Cultural do Brasil. A partir de hoje e até o dia 19 de novembro de 2025, qualquer pessoa pode enviar sua opinião, sugestões ou informações sobre esse tradicional saber amazônico.

As manifestações podem ser enviadas por e-mail para [email protected], por correspondência para o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural no endereço SEPS 702/902, Centro Empresarial Brasília 50, Bloco B, Torre Iphan, 5º Andar, Brasília-DF, CEP 70390-135, ou através do Protocolo Digital do Iphan disponível no site oficial do instituto. Após o encerramento do prazo, todas as contribuições recebidas serão analisadas pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, órgão máximo de decisão do Iphan para o reconhecimento de bens culturais brasileiros.

A consulta pública representa uma oportunidade para que a população, especialmente quem vive, pratica ou conhece de perto essa tradição, possa contribuir com informações, relatos e opiniões sobre o ofício das tacacazeiras, garantindo que o processo de reconhecimento passe pelas mãos da comunidade detentora que resiste ao tempo e continua alimentando os nortistas na região amazônica.

Ofício de Tacacazeira - O pedido de registro do Ofício de Tacacazeiras começou em 2010, quando o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) solicitou a inclusão no Livro dos Saberes, como parte de um trabalho maior de documentação das celebrações e saberes relacionados à mandioca no Pará, que já havia sido incluído no Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) em 2006. Em 2024, o processo ganhou novo impulso com o início da pesquisa e construção do dossiê, realizado em parceria com a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), aproximando ainda mais o reconhecimento como Patrimônio Cultural do Brasil.

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