Bebê tem cabeça arrancada durante parto e mãe acusa médicos
Tânia Borges Vieira Silva, 42, acusou uma equipe de médicos de uma maternidade em Minas Gerais, de provocar a morte de seu bebê por decapitação.
A mãe alega que a cabeça da criança foi arrancada no momento do parto normal, embora uma cesariana tivesse sido recomendada pelos médicos porque o bebê era considerado muito grande.
Em contrapartida o hospital alegou às autoridades, que o bebê não estava com sinais vitais no momento em que a mãe deu entrada na unidade.
A mãe disse que fez o pré-natal e no dia do parto foi encaminhada ao hospital em questão, mas a unidade não tinha condições de fazer o procedimento.
O caso ainda está sendo investigado. A seguir a nota do hospital:
“SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE ARAGUARI declara que no dia dos fatos, 30/10/2017, a Sra. Tania Borges Vieira Silva teve sua internação aceita por este hospital, através do sistema SUS Fácil, às 11:03 e deu entrada no hospital somente às 13:23. O transporte foi de responsabilidade exclusiva do município de origem. A gestante chegou em trabalho de parto com exteriorização dos pés e do cordão umbilical e, já na chegada, foi detectado ausência de sinais vitais, o que comprova que o feto chegou em óbito à nossa admissão. O parto vaginal evoluiu com cabeça derradeira, complicação esta prevista em apresentações pélvicas, sendo necessário procedimento cirúrgico para sua resolução. O episódio é uma fatalidade e a Santa Casa e sua equipe técnica lamentam não ter tido acesso à paciente num momento mais precoce o que poderia ter contribuído para um desfecho mais favorável.
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