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'Ela foi longe demais', disse assassino de enfermeira de Iranduba

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Manaus/AM - Foi com a ajuda de um funcionário da própria casa que a enfermeira e líder comunitária Maria das Dores Salvador Priante, 54, foi assassinada com 12 tiros na última quarta-feira (12). O caseiro Ronaldo de Paula da Silva, 21, conhecido como “Novo”, liberou o acesso à residência para que os bandidos a levassem para ser executada em um ramal de Manacapuru, distante a 68 km de Manaus. Em troca, ele recebeu a quantia de R$ 1.500,00. 

O mandante do crime, o motorista Adson Dias da Silva, 38, conhecido como “Pinguelão”, disse em depoimento que cometeu o crime porque a vítima tinha “ido longe demais” ao registrar dois boletins de ocorrência contra ele e seus parentes.
A denúncia da líder comunitária desencadeou a operação “Duas Caras”, em julho deste ano. Na ocasião, foram cumpridos de mandados de prisão e apreensão contra Adson e seus familiares. Ele foi apontado pela investigação como a pessoa que vendia irregularmente lotes de terra na comunidade Portelinha, em Iranduba. Além disso, ele também respondia por processos sob as acusações de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.

Ronaldo foi detido na manhã de ontem (17), em Manacapuru. Já Adson foi detido no bairro Aparecida, em Manaus. Eles foram apresentado em coletiva à imprensa na manhã desta terça-feira (18) na Delegacia Geral, no Dom Pedro, zona Centro-Oeste de Manaus.

A investigação da Polícia Civil está em busca do restante da quadrilha responsável pela morte da enfermeira. Congita-se até mesmo a participação de um vereador de Iranduba no caso.

A dupla responderá pelo crime de homicídio qualificado.

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