Aeroporto de Manaus recebe selo internacional de sustentabilidade
Os aeroportos da rede VINCI Airports no Amazonas receberam um importante selo de reconhecimento internacional nesta sexta-feira (30). O Manaus Airport tornou-se um dos primeiros da região Norte a conquistar o Nível 3 da certificação Airport Carbon Accreditation (ACA), concedida pelo Conselho Internacional de Aeroportos (ACI).
Além da capital amazonense, os terminais de Boa Vista, Porto Velho e Rio Branco também atingiram o terceiro patamar da certificação. Já os aeroportos de Tabatinga e Tefé ingressaram no Nível 1, consolidando o compromisso da rede com a preservação da Amazônia.
O que significa a certificação Nível 3?
Diferente do Nível 1, que exige apenas a medição da pegada de carbono, o Nível 3 é muito mais rigoroso. Para alcançá-lo, o Aeroporto de Manaus precisou comprovar:
Uma gestão estruturada de carbono com metas claras de redução;
Modernização e eletrificação da frota de veículos operacionais;
Uso de energia verde certificada e tratamento de águas residuais com baixa emissão de gases;
Engajamento de parceiros, como companhias aéreas e prestadores de serviço, na agenda sustentável.
Resultados expressivos na Amazônia
Desde que a Concessionária dos Aeroportos da Amazônia assumiu a gestão em 2022, a transformação ambiental tem sido acelerada. De acordo com a empresa, as emissões de carbono nos sete aeroportos da rede já foram reduzidas em 77,7%. A meta global da VINCI Airports é atingir o Net Zero (emissões líquidas zero) até 2050.
"Este avanço fortalece a colaboração com a comunidade e reafirma nosso compromisso com uma indústria da aviação mais responsável e um futuro mais saudável", destacou Kleyton Mendes, CEO da concessionária.
Liderança no Brasil
A rede VINCI já possui um histórico de pioneirismo no país. O Aeroporto de Salvador, também gerido pelo grupo, foi o primeiro das Américas a atingir o Nível 5 da ACA, o padrão máximo global de descarbonização. Agora, os terminais da Região Norte seguem a mesma trilha, unindo infraestrutura moderna à proteção do bioma amazônico.
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