Faxineira que limpou casa de Henry após a morte presta depoimento
A faxineira que limpou casa onde Henry Borel, de 4 anos, morava com a mãe, será ouvida pela polícia nesta terça-feira (23).
A polícia quer saber porque foi feita faxina no local, que não poderia ser mexido antes da perícia analisar o local, onde a mãe de Henry, Monique Medeiros, disse que teria encontrado a criança desacordada, antes de levar para o hospital e o óbito ser constatado.
Em depoimento, Monique disse que não contou à empregada o que tinha acontecido e, na hora do almoço, falou para ela tirar o dia de folga; já o padrasto da criança, vereador Jairinho, disse que, ao chegar em casa por volta de 10h, ele se deparou com Monique, a empregada e uma assessora conversando, e que questionado se Monique havia comentado algo com a empregada, o padrasto de Henry respondeu que ela disse que contou o que havia acontecido.
A morte de Henry ocorreu no último dia 8 no apartamento em que vivia com a mãe e o padrasto, na Barra da Tijuca (zona oeste do Rio). Laudo necroscópico obtido pela TV Globo indicou que o menino morreu vítima de "hemorragia interna" e "laceração hepática causada por ação contundente". A mãe disse à polícia que ouviu um barulho e encontrou o menino caído no chão de seu quarto, de madrugada. Ele chegou morto ao hospital.
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