Veja 6 doenças que você pode pegar na academia e como evitá-las
Com a chegada do verão, repete-se a história: a estação quente leva muitas pessoas às academias em busca do corpo desejado, com um aumento estimado de até 40% no número de alunos no final do ano. Mas esse ambiente de exercícios, especialmente com um maior fluxo de pessoas, favorece a propagação de fungos, vírus e bactérias causadores de doenças.
Em entrevista ao jornal O Globo, o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria, destacou que em locais com aglomeração há uma maior possibilidade de transmissão de doenças infecciosas. Seja por contato direto, resultando em transmissão de doenças respiratórias como gripe e resfriado, ou por contato indireto, como tocar em superfícies frequentadas por outras pessoas, aumentando o risco de doenças infecciosas.
Nos dias mais quentes, o aumento da transpiração contribui para a contaminação de equipamentos e colchões. A combinação de umidade e temperatura elevada cria um ambiente propício para a proliferação de microrganismos presentes na pele, podendo resultar em infecções. A falta de boa refrigeração em algumas academias de bairro favorece ainda mais a disseminação de agentes nocivos.
Existem medidas de segurança que podem ser adotadas para minimizar riscos, como o uso de álcool gel antes de tocar nos equipamentos, a utilização de toalhas para evitar contato direto com as superfícies e o uso de chinelos nos vestiários para prevenir o contato direto com o chão potencialmente contaminado, conforme recomenda o dermatologista Luiz Gameiro.
A seguir, são destacadas algumas doenças que podem ser transmitidas em ambientes de academia, enfatizando a importância de procurar um médico ao perceber sintomas. Dentre essas doenças estão a escabiose, conjuntivite, verrugas, foliculites, micoses e doenças respiratórias.
ASSUNTOS: Saúde e Bem-estar