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Policial acusada de tráfico pede autorização para viajar à Holanda

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Acusada de integrar uma rede de tráfico de drogas, desarticulada pela Polícia Civil do Amazonas  em novembro do ano passado, a policial Rita de Cássia Corrêa Pessoa, que ganhou liberdade condicional, quer licença da justiça para viajar para a Holanda, onde diz que visitará uma irmã.

A policial civil  Rita de Cássia Corrêa Pessoa, presa na “Operação Tentáculo”  em novembro do ano passado e colocada em liberdade em abril deste ano, quer autorização do juízo da 3ª Vara Especializada em Crimes de Uso e Tráfico de Entorpecente  para  visitar uma irmã na Holanda, onde ficaria 64 dias.

Mas a promotora Tereza Cristina Coelho da Silva, deu parecer contra a autorização. De acordo com a representante do Ministério Público, a ida de Rita de Cássia  a Holanda é arriscada, visto que é provável que a policial  não retorne mais ao Brasil.

No seu parecer emitido na última terça-feira, dia 20, Tereza Cristina, solicita  ao juiz Julião Lemos Sobral Júnior, titular da 3ª Vecute, que se recolha o passaporte para Polícia Civil, para evitar fuga.

 
Policial quer visitar irmã

Rita de Cássia ingressou com o pedido de autorização para viajar no sábado, dia 24, a Holanda, onde ficará até o dia 27 de janeiro do próximo ano quando, segundo afirma,  retorna ao Brasil.

 Entenda o caso

A “operação Tentáculo” foi desencadeada pela Polícia Civil e Secretaria de Inteligência dia 4 de novembro do ano passado, quando foram presos quatro policiais militares, uma policial civil e um servidor da Delegacia Geral. Além dos policiais, outras 43 pessoas foram presas. As prisões ocorreram por suspeita do envolvimento com uma organização criminosa de tráfico de drogas, principalmente na Zona Norte de Manaus.

Entre os presos estavam o PM, Aidy Salan de Souza e a esposa dele, a investigadora da Polícia Civil, Rita de Cássia Correa Pessoa. Também foram presos os cabos Isaac Sá Cordeiro, lotado no Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), Miromar Bonifácio da Silva, que estava preso no Batalhão de Guardas, o soldado Robson Pereira de Araújo e o auxiliar administrativo da DG, Osenir Alves de Souza.

Os mandados 55 mandados de prisão e 57 de busca e apreensão, foram expedidos pelo juiz Mauro Antony, da 2ª Vara Especializada em Crimes de Uso e Tráfico de Entorpecente.
 

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