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Clima esquenta e secretária do PTN é presa depois de ameaçar atear fogo em cartório

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A secretária do PTN em Manicoré,  Kelly Mar, foi presa depois que declarou ter  provas de compra de voto, de troca de votos por motor e que estava decidida a incentivar fosse colocado fogo o cartório de Município.  Policiais militares e o presidente do TRE, Flávio pascarelli, estão se deslocando para o município.

 

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, presidente do Tribunal Regional Eleitoral, acompanhado do procurador eleitoral, Edmilson Barreiros e do juiz Jorsenildo Dourado, anunciou no início da tarde desta quarta-feira em coletiva à imprensa, a prisão de Kelly Mar, secretaria do PTN de Manicoré.

A secretaria foi parar na prisão, depois de fazer a seguinte declaração a à imprensa: “Nós temos provas de compra de voto, de troca de votos por motor para os barcos, dinheiro. Temos tudo filmado e entregamos ao Juiz que nada fez. Iremos nos reunir hoje para decidir se vamos permanecer com a ideia de invadir o cartório e atear fogo lá”.

O procurador eleitoral, Edmilson Barreiros, representou pela prisão de Kelly Mar, na manhã de hoje e o Jefferson Galvão, da 16ª Zona Eleitoral de Manicoré, acatou o pedido e policiais militares cumpriram o mandado de prisão.

Mas para ver de perto o problema pós-eleição  em Manicoré, Flávio Pascarelli, acompanhado de um delegado e agentes da Polícia Federal, embarca na tarde de hoje para o município.

“Lá a Federal  irá investigar para saber se existe mais pessoas envolvidas nessa ação orquestrada por um  grupo criminoso que perdeu as eleições”, disse Pascarelli, informando que poderá também se deslocar a Lábrea, onde existe manifestações, mas de acordo com ele ainda pacíficas contra o resultado das urnas.

De acordo com Pascarelli, a Justiça Eleitoral  também teve problemas depois do pleito em Borba, Amaturá e Anamã, mas foram resolvidos com o reforço do policiamento que foi enviado ainda no domingo e os policiais permanecerão nestes municípios até ânimos dos mais exaltados se acalmarem.

Com relação a Anamã, onde Raimundo Chicó, que perdeu as eleições espalhou na cidade que urnas teriam desaparecido e que o culpado era o promotor, o procurador eleitoral, Edmilson Barreiros, garantiu que o órgão irá representar contra o candidato que provocou um tumulto que não acabou em tragédia por intervenção rápida da polícia, que garantiu a segurança do representante do MP e do juiz.

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