O Orgasmo Terapêutico
A proposta do orgasmo terapêutico não é nova. Surgiu no final do século XIX e nas primeiras décadas do século XX, com base nas argumentações de Hipócrates, que chamava de hysteria os sintomas físicos que não apresentavam causa aparente, pressupondo-se que a origem do problema estava no útero “ardente”. O tratamento, realizado por médicos e terapeutas, tornou-se convencional, popularizando-se como “toque clitoriano”, que possibilitava à mulher experimentar desde um “ataque de histeria” em ambiente terapêutico e controlado, até o “paroxismo histérico’’ (termo para se referir ao orgasmo). Depois dessa exposição, os sintomas físicos e emocionais desapareciam.
Os mesmos efeitos terapêuticos observados pela ativação e mobilização terapêutica da energia sexual também foram observados por outros pesquisadores, desde Franz Anton Mesmer em 1773, que realizou a cura de inúmeras enfermidades com a ativação da energia sexual (sem o sexo), até Wilhelm Reich que, em 1922, percebe a relação entre a energia sexual (Orgone) e diversas patologias orgânicas, dedicando-se a pesquisar o fenômeno. Inúmeros pesquisadores realizam trabalhos de observação e pesquisas relacionadas com a energia sexual e os hormônios afins, em uma tentativa de criar processos terapêuticos eficientes que supram as necessidades sexuais dos indivíduos.
A abordagem terapêutica do Tantra tem auxiliado inúmeras mulheres que buscam descobrir os verdadeiros valores do seu corpo e da sua essência. As mulheres nunca experimentaram o prazer corporal e genital com total intensidade, livres do comprometimento que o contexto sexual acarreta.
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ASSUNTOS: Saúde e Bem-estar