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Defesa da Venezuela denúncia mortes de civis e aciona poder de fogo total; vídeo

Em uma resposta direta à ofensiva militar norte-americana, o Ministro da Defesa da Venezuela, general Vladimir Padrino López, anunciou neste sábado (3) a ativação total das capacidades militares do país. 

 

Em tom de urgência, o general classificou a operação como uma "agressão criminosa" e confirmou que os ataques atingiram áreas residenciais, deixando um número ainda indeterminado de vítimas civis.

De acordo com o pronunciamento oficial, a incursão ocorreu durante a madrugada, com o uso de helicópteros de combate disparando mísseis e foguetes.

Os alvos principais incluíram:

 Fort Tiuna: O maior e mais importante complexo militar de Caracas.

 Zonas Urbanas: Localidades nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira também foram atingidas.

 Vítimas: Embora o balanço oficial de mortos e feridos ainda esteja sendo apurado, Padrino López garantiu que há registros de civis atingidos em bairros residenciais.

O governo venezuelano elevou o status jurídico da crise para "Estado de Comoção Externa", um dispositivo constitucional que permite mobilização extraordinária de recursos. A estratégia de defesa anunciada pelo ministro baseia-se na "fusão popular-militar-policial", convocando não apenas as Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB), mas também grupos civis e forças policiais para o combate.

“Esta invasão representa a maior afronta que o país já sofreu em sua história", declarou López, rejeitando a justificativa de Washington de que a operação visava o combate ao narcotráfico. Segundo o general, o verdadeiro objetivo é a "mudança forçada de regime".

No encerramento de sua fala, o ministro fez uma convocação a organismos multilaterais e à comunidade internacional. O governo venezuelano exige a condenação imediata dos Estados Unidos por violação da Carta das Nações Unidas e do direito internacional, alegando que a soberania do país foi brutalmente desrespeitada.

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