Manaus/AM – A Polícia Civil deu novos detalhes sobre o caso da morte da servidora do TRT, Silvanilde Veiga, e negou oficialmente qualquer dívida do genro Igor Melo e Silva com ela.
Nesta semana o, fontes ligadas à família disseram que Igor teria feito um empréstimo de R$ 30 mil no nome da servidora e que o valor nunca teria sido pago.
A delegada Marília Campelo, porém, afirma que o empréstimo não existiu: “Essa situação de empréstimo de R$ 30 mil nunca houve, a pessoa que falou isso deve responder de onde surgiu e essa informação, não existe nos autos”, garantiu.
Marília também destaca que Caio Claudino, preso suspeito de matar a servidora, agiu sozinho e cometeu o crime sob o efeito de drogas. A intenção dele era roubar Silvanilde para conseguir mais dinheiro para comprar entorpecentes.
A delegada ressalta que o crime não foi planejado e que Kaio não conhece ninguém ligado à vítima e também não conhecia a servidora.
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