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“Ela foi violentada mais de uma vez”, diz delegada sobre caso de estupro coletivo em Manaus

“Ela foi violentada mais de uma vez”, diz delegada sobre caso de estupro coletivo em Manaus
“Ela foi violentada mais de uma vez”, diz delegada sobre caso de estupro coletivo em Manaus

Manaus/AM - A adolescente de 15 anos vítima de estupro coletivo, em setembro deste ano, foi abusada sexualmente por cinco homens, mais de uma vez, segundo a delegada Mayara Magna, responsável pela investigação. A jovem sofreu sangramentos e os abusos foram confirmados por depoimentos e laudo de conjunção carnal.

“Ela foi abusada sexualmente pelos cinco homens por mais de uma vez. Teve sangramentos. A materialidade é comprovada tanto pelos depoimentos quanto pelo laudo de conjunção carnal”, afirmou a delegada.

O grupo se aproveitou da inocência da vítima, que havia começado a conversar com um dos suspeitos pelas redes sociais. “Ela confiou nele. Por isso denominamos a operação como Bonomia, porque ela não tinha malícia. Ela foi até o local achando que se encontraria apenas com ele, mas havia mais quatro pessoas. Fizeram ela ingerir bebida alcoólica e, quando já estava vulnerável, cometeram os abusos”, explicou Mayara.

Delegada revela que vítima foi abusada mais de uma vez - Foto: Jander Robson/Portal do Holanda O crime ocorreu no bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus. Cinco homens participaram do estupro coletivo, sendo dois adolescentes que já estão apreendidos. Os outros três adultos foram identificados e presos.

O último suspeito, de 22 anos, que não teve nem o nome e nem o rosto divulgado, foi capturado nesta terça-feira (25), no bairro Morada do Sol, zona sul da capital, dois meses após o crime. “Um homem de 21 anos já foi preso, o outro de 18 anos se apresentou espontaneamente e vai responder em liberdade. Faltava identificarmos o terceiro, esse de 22 anos, cuja prisão conseguimos cumprir ontem”, detalhou a delegada.

Ela também relatou que, na segunda-feira (24), foi realizada uma busca e apreensão na casa do suspeito, mas ele não foi encontrado. “Conversamos com familiares e seguimos com as investigações até localizá-lo”, disse.

A Polícia Civil do Amazonas, por meio da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), conduziu as investigações por meses, já que a vítima não conhecia todos os envolvidos. Agora, todos os suspeitos foram identificados e devem responder judicialmente pelo crime.

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