CIA usou infiltrados em Caracas para facilitar prisão de Maduro, confira
A operação que levou à captura de Nicolás Maduro foi planejada em sigilo por meses e executada com precisão militar na madrugada de sábado. Fontes ligadas à inteligência americana afirmam que agentes da CIA já estavam infiltrados em Caracas, monitorando rotinas do presidente e mapeando vulnerabilidades na segurança do Palácio de Miraflores.
Pouco depois da meia-noite, helicópteros sobrevoaram a capital venezuelana em baixa altitude, enquanto unidades terrestres cercavam os acessos principais à residência oficial. O bloqueio de comunicações foi imediato: linhas telefônicas, internet e sinais de rádio foram interrompidos na região central da cidade, isolando Maduro e sua equipe.
A guarda presidencial foi surpreendida e neutralizada em minutos, sem registro oficial de baixas. Relatos indicam que drones camuflados foram usados para vigiar os arredores e garantir que não houvesse reforços militares. Em menos de meia hora, Maduro foi retirado de sua residência e levado sob custódia para uma aeronave militar americana, que decolou rumo a uma base fora da Venezuela.
Autoridades americanas classificaram a ação como “cirúrgica”, destacando o uso de tecnologia avançada de rastreamento e interceptação de comunicações. Já em Caracas, o governo venezuelano denunciou o episódio como um “sequestro” e acusou os Estados Unidos de violar a soberania nacional.
Horas depois, o presidente Donald Trump anunciou que seu governo passaria a administrar a Venezuela após a captura. A vice-presidente Delcy Rodríguez reagiu imediatamente, afirmando que Maduro continua sendo o único presidente legítimo e convocando a população à calma e à união.
O Tribunal Supremo de Justiça declarou a “ausência forçada” de Maduro e determinou que Rodríguez assuma interinamente a Presidência por até 90 dias. Analistas internacionais avaliam que a operação abre um novo capítulo na crise venezuelana, com risco de instabilidade interna e aumento das tensões diplomáticas na América Latina.
Veja também
ASSUNTOS: Mundo