A cunhã-poranga azulada, um dos itens mais esperados da apresentação do Boi Caprichoso, surgiu logo no começo do espetáculo, durante a lenda do Yurupari, uma figura central na mitologia de diversos povos indígenas da Amazônia, principalmente os das famílias Tukano, Arawak e Tupi-Guarani, no Brasil e na Colômbia.
Marciele mostrou no meio da arena sua transmutação para um gavião, e levou o público ao delírio.
CUNHÃ! A transmutação da Marciele Albuquerque#Festivaldeparintins2025 pic.twitter.com/qO0BN0kc2z
— Alfinetei (@ALFINETEI) June 28, 2025
Yurupari
Ele é visto como o "Filho do Sol" e um legislador cultural, que veio à Terra para ensinar ritos de iniciação, leis e a organização social, além de introduzir instrumentos sagrados como as flautas.




