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Polícia fez buscas por arma na casa de presidente e na sede de 'A Grande Família' em Manaus

Por Portal Do Holanda

05/02/2026 11h47 — em
Policial


Polícia buscou arma, mas não encontrou - Foto: Divulgação

Manaus/AM – A polícia deu detalhes da prisão de Cleildo Barroso, o “Caçula”, presidente da escola de samba A Grande Família, ocorrida na manhã desta quinta-feira (5), no bairro São José, zona leste. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na casa do alvo e na sede da escola de samba "A Grande Família".

Segundo a Polícia Civil, a operação denominada "A Máscara Caiu", foi deflagrada após a ex-companheira de Caçula relatar que, mesmo tendo sido preso em flagrante por lesão corporal e ameaça de morte no dia 16 de janeiro, ele voltou a persegui-la dias depois.

Delegada Patrícia Leão - Foto: Jander Robson/Portal do Holanda“Ela relata que tinha medo dele e, por isso, passou a mudar comportamentos justamente para evitar qualquer tipo de contato. Mudou toda a rotina dela em razão do temor que tinha em relação a ele”, disse a delegada Patrícia Leão.

O suspeito saiu da prisão depois de pagar fiança, porém passou a intimidar a vítima, rondando a residência dela, além de enviar mensagens e realizar ligações ameaçadoras.

“Tudo isso começou no dia 16 de janeiro, quando ele foi preso em flagrante, ocasião em que foi acusado de lesionar e ameaçar de morte a vítima. Na ocasião, ele foi posto em liberdade após o pagamento de fiança. E, no dia 19, passou a perseguir deliberadamente essa mulher, circulando nas proximidades da residência dela, além de mandar mensagens e fazer ligações, inclusive por intermédio de terceiros, querendo intimidá-la em razão da posição que ocupa, para que ela não participasse do Carnaval”, explicou a delegada Patrícia Leão.

Diante das denúncias da vítima, a Justiça autorizou a prisão preventiva e a busca e apreensão, já que havia relatos de que o agressor fazia uso de arma de fogo. O mandado foi cumprido na residência de Cleildo, onde os policiais realizaram buscas. Em seguida, ele acompanhou a equipe até a escola de samba onde atua como presidente, mas nada foi encontrado no local.

Mesmo assim, Cleildo Barroso deve seguir preso e, em depoimento à polícia, se reservou o direito de permanecer calado. Ele será apresentado em audiência de custódia. O caso segue em investigação pela Polícia Civil.


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