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Juiza manda médico provar que não mutilou paciente

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O médico Carlos Cury e o Instituto do Coração (INCOR) perderam o primeiro round na Justiça na  ação de indenização por danos morais  movida pela manicure Yara Glaucia Vieira Aguiar. A juíza Simone Laurent de Figueiredo, da 17ª Vara Cível e de Acidentes de Trabalho, decidiu que ônus da  prova para o andamento do processo caberá aos réus.  A magistrada acatou o pedido do advogado Sérgio Ricardo Mota Cruz, que solicitou a inversão do ônus da prova com base no artigo 6º, VIII do Código do Consumidor. No caso de Yara, Carlos Cury terá que  comprovar que as intervenções cirúrgicas realizadas por ele na paciente foram bem sucedidas.

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A manicure o procurou para realizar uma cirurgia estética no nariz, pois a incomodava a imagem de “bolinha”. Mas de acordo com ela, na consulta o médico se disse especialista na área de cirurgia plástica e prometeu que deixaria seu nariz como a de uma modelo, “afilado” e “empinadinho”.

Durante avaliação, o médico disse que ela precisava também de uma lipoescultura e uma abdominoplastia, e que ele faria por um preço “amigo”  e que a "cirurgia estética" no nariz não seria cobrada, pois seria um “presente” pelo valor total das intervenções que somariam R$ 13 mil. O resultado não agradou a paciente: os seios ficaram tortos, em tamanhos irregulares, o nariz continuou com a mesma “bola” e o corpo deformado.

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