Ao menos sete modelos diferentes de fuzis foram apreendidos juntamente com o arsenal bélico encontrado pela polícia durante a operação contra o Comando Vermelho nos complexos do Alemão e Penha, no Rio de Janeiro, no começo da semana passada.
No total, foram recuperados 93 fuzis, entre eles os modelos AR-10 (21), AR-15 (28), AK 47 (16), FAL (14) e G3 (12), outros dois que foram modificados com peças similares e por isso, são conhecidas como "armas fantasmas".
A maior parte do armamento são de uso restrito das Forças Armadas brasileiras e de países vizinhos e podem ter entrado no país de forma clandestina. Elas vieram da Rússia, Alemanha, Bélgica, EUA e Itália.
Suposto recado do Comando Vermelho causa temor em manauaras após operação no Rio
Imagens inéditas mostram troca de tiros entre policiais e CV no Rio; vídeo
Traficante do CV decapitado durante ação no Rio ostentava luxo e armas nas redes sociais
Denúncia que motivou operação no Rio usou mensagens de WhatsApp como prova
‘Loirinho’, morto em operação no Rio, foi preso por participar de homicídio em Manaus
‘Chico Rato’, morto em operação no Rio, foi condenado por matar irmãos em Manaus
Líder do CV em Manaus morto em megaoperação participou de execução brutal no Valparaíso, relembre
Saiba quem são os amazonenses mortos em operação contra o CV no RJ
Lista de amazonenses mortos em operação do RJ aumenta; confira
Wilson Lima se pronuncia sobre operação no RJ: "Dia ruim para o crime"
Lula ficou "estarrecido" com mais de 100 mortes em operação no RJ, diz Ministro da Justiça
Policiais morrem em megaoperação contra o Comando Vermelho no RJ
Defensoria aciona STF após ser barrada em acesso à perícia de mortos em operação no Rio
Secretário de Segurança exalta operação no Rio que prendeu traficantes do Amazonas
Mulher diz que sobrinho teve cabeça arrancada e pendurada em árvore em operação no Rio
Operação policial no Rio ultrapassa Carandiru e se torna a mais letal do país
Governador do Rio diz que operação com 128 mortos foi "sucesso"
Imprensa internacional descreve megaoperação no Rio como 'cena de guerra'

