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Londres, Nova York e mais cidades pelo mundo registram atos contra Bolsonaro: 'prisão'

Por Portal Do Holanda

20/06/2021 10h56 — em
Brasil


Foto: Reprodução

O 19 de junho foi marcado por manifestações em todo o Brasil e também no exterior contra o presidente Jair Bolsonaro.  A Torre de Londres, na Inglaterra, um dos principais pontos turísticos, foi palco de uma projeção que chamou atenção a quilômetros de distância, com o rosto do presidente brasileiro.

 

 

O imagem pedia a prisão de Bolsonaro, fazendo um trocadilho com o seu nome: “JAIL [prisão, em inglês] BOLSONARO”. Com uma foto do rosto do presidente, dizia "A variante brasileira". E ainda mencionava o Tribunal Penal Internacional de Haia - que possui competência para julgar crimes contra a humanidade, crimes de genocídio, crimes de guerra e crimes de agressão. "Prenda Bolsonaro por crimes contra a humanidade", dizia.  O vídeo foi divulgado pelo jornalista Tom Philips, correspondente do jornal The Guardian na América Latina. 

As manifestações ocorrem no dia em que o Brasil chegou à trágica marca de meio milhão de vidas perdidas para a covid-19. Os manifestantes responsabilizam o presidente pelas 500 mil mortes devido às suas ações durante a pandemia, como demora na compra de vacinas, incentivo à aglomerações, propaganda de tratamentos ineficazes e incentivos contra o uso de máscaras e vacinas.

Outras cidades como Amsterdã (Holanda), Berlim (Alemanha), Dublin (Irlanda), Lisboa (Portugal),  Madri (Espanha), Viena (Áustria) e Zurique (Suíça), Ancara (Turquia), também registraram protestos contra Bolsonaro, além de cidades pelas Américas como Buenos Aires e Rosário (Argentina), Caracas (Venezuela), Toronto, Vancouver, Montreal e Quebec (no Canadá).  Confira algumas imagens.

 


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O Portal do Holanda foi fundado em 14 de novembro de 2005. Primeiramente com uma coluna, que levou o nome de seu fundador, o jornalista Raimundo de Holanda. Depois passou para Blog do Holanda e por último Portal do Holanda. Foi um dos primeiros sítios de internet no Estado do Amazonas. É auditado pelo IVC e ComScore.

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