Anestesista acusado de estuprar grávida durante o parto tem registro cassado
O registro profissional do anestesista Giovanni Quintella Bezerra, acusado de estuprar uma grávida durante uma cesárea no Rio de Janeiro, foi cassado e o suspeito está proibido de exercer qualquer atividade relacionada à medicina no país.
A cassação ocorreu durante uma sessão do Conselho Federal de Medicina (CFM) em caráter definitivo. Não cabe mais recurso junto ao órgão e Giovanni não poderá fazer atendimentos clínicos ou cirúrgicos, nem poderá atuar em áreas de pesquisa, ensino, gestão, entre outras.
O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) já tinha confirmado que o anestesista estava impedido de exercer a atividade de forma definitiva na instância inicial.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o pedido de habeas corpus da Defensoria Pública, que representa o anestesista, na semana passada.
No dia 10 de julho de 2022, uma equipe médica que faria uma cesariana no centro cirúrgico do Hospital Estadual da Mulher Heloneida Studart, flagrou Giovanni abusando da paciente durante o parto.
Ele foi preso no dia 11 de julho de 2022 e responde por estupro de vulnerável.
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