A poderosa máquina de matar de Israel
Israel se tornou um estado terrorista, ao admitir que tinha planos para assassinar o líder iraniano Ali Khamenei. E não só isso. Ao infiltrar membros de seu serviço secreto para cometer atentados contra integrantes da cúpula iraniana - cientistas em fissão nuclear e membros do governo - deu um exemplo ruim, que o assemelham ao Hamas, aos Houthis e outras organizações criminosas.
A máquina de matar israelense é poderosa. Tem na retaguarda o forte apoio dos EUA e da Inglaterra, aliados de longa data.
Para quem insiste em apoiar o governo terrorista de Benjamin Netanyahu, é bom lembrar que o Irã foi o país atacado.
Mas é bom não confundir o povo judeu com esse governo terrorista de Benjamin Netanyahu, que já praticava impunemente uma carnificina, um extermínio de palestinos na Faixa de Gaza.
Os judeus são um povo solidário, criativo. Não merecem o governo que têm e precisam usar de recursos que dispõem, como eleições ou mesmo um processo de impeachment, para substituí-lo. O mundo agradece.
ASSUNTOS: Benjamin Netanyahu, EUA, Irã, Israel, Palestinos, Trump
Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.