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Governo do Amazonas erra e pânico cresce com avanço da Covid-19

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Resumo da Coluna

  • Num momento crítico, no qual o valor mais importante é a confiança em quem governa, os principais agentes públicos “vendem” a ideia de caos e espantam pela falta de habilidade, organização e estratégias para combater o avanço da pandemia no Estado

Do aluguel de contêineres frigoríficos para armazenar corpos de quem ainda não morreu, à  contratação de ambulâncias para o transporte de “pacientes em estado crítico, suspeito ou confirmado com a Covid-19, o governo do Amazonas  pende entre o pânico e o improviso.

Num momento crítico, no qual o valor mais importante é a confiança em quem governa, “vende” a ideia de caos e espanta pela falta de habilidade, organização e estratégias para combater um vírus que,  se isolou pessoas, parece ter desestabilizado os principais agentes públicos, que não sabem como agir e, quando agem, mexem na pedra errada.

Foi o caso da demissão do secretário de saúde, o medico Rodrigo Tobias, que pode ter errado, inclusive na forma de se comunicar com a sociedade. Mas errar é a prática desse governo. As ações, erráticas ou não do ex-secretário eram uma extensão daquilo que o governo vem fazendo há dois anos na área de saúde. Culpar agora os governos passados por esse caos, é assumir despreparo e falta de competência para governar.

O segundo erro foi trazer de fora uma técnica para assumir a pasta, quando o capital intelectual nessa área é vasto, especialmente no Hospital de Medicina Tropical, com quadros compostos pelos mais renomados infectologistas da região. Aliás, não se viu da parte do  governo iniciativa para criar um grupo de trabalho composto por técnicos com conhecimento da área.

Chegou-se ao fundo do poço. O véu do novo que ainda protegia a cara desse governo  rasgou-se. E, para repetir um ensinamento bíblico, hoje “a terra tremeu, fenderam-se as rochas”. Estamos mesmo nas mãos de Deus. Vamos rezar…

O contrato de R$ 8 milhões

 

AJUDA URGENTE AOS POBRES CONFINADOS

O governo precisa com urgência vencer a ‘paralisia’ diante do avanço da pandemia do COVID-19. A ajuda aos necessitados já não pode mais esperar. A crise está chegando ao ponto de estrangulamento, em que não se pode mais trabalhar com números de contabilidade empresarial.

Em breve não será mais possível manter o isolamento das famílias sem ajuda humanitária. O fornecimento de alimentos é essencial. Do contrário, o ‘cordão de isolamento’ será rompido.

Todos os recursos do Estado foram mobilizados para o combate à crise. E Wilson Lima pode governar por decreto, tomar medidas imediatas antes que o povo abandone os lares sem comida.

A distribuição de cestas básicas para os pobres já passou da hora. Por muito menos, nos casos de enchente, por exemplo, dezenas de milhares de cestas de alimentos foram distribuídas.

E nenhum governo, com menos recursos do que se dispõe hoje, faliu por causa disso. Está faltando alguém bater palmas para quebrar a catatonia do governador. 

 


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