Alessandra vê 'gasto desnecessário’ e Álvaro pede prorrogação da CPI dos Combustíveis

Por Portal do Holanda

02/08/2019 11h51 — em Amazonas

Foto: Divulgação

Manaus/AM - Enquanto que a deputada Alessandra Campêlo diz que não vê motivos para seguir com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Combustíveis na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o deputado Álvaro Campelo pediu mais 30 dias para que as investigações prossigam. A CPI chegou aos 120 dias de investigação sobre a prática de cartel nos postos de combustíveis de Manaus e não obteve uma conclusão sobre a existência ou não. O relatório final deve ser apresentado na próxima semana. 

Alessandra defendeu que existe dificuldades em se comprovar a existência de cartel na capital e por isso pede para que as investigações terminem na Aleam e continuem com os Procons estadual e municipal. 

“Acho que é um gasto de dinheiro público desnecessário manter a CPI porque nós já temos dados suficientes para uma conclusão, inclusive o relatório já está pronto. Eu quero apresentar o relatório e enviar para os órgãos de controle e fiscalização e trabalhar, inclusive, nas propostas legislativas que estão sendo indicadas pela comissão”, disse a vice-presidente da Aleam.

Para o deputado Álvaro Campelo, a investigação tem de ser prorrogada para se dar uma resposta satisfatória à população. Segundo ele, as informações e documentos coletados pela CPI até o momento são insuficientes para se concluir os trabalhos. “É necessário estender esse prazo para que as investigações sejam concluídas. Portanto, propus aqui de forma verbal e pública que esse prazo seja prorrogado para darmos uma resposta efetiva e satisfatória à população. Todos estão aguardando um resultado concreto dessa Comissão Parlamentar de Inquérito e eu entendo, do ponto de vista jurídico, que ainda faltam subsídios importantes para que essa CPI seja encerrada”, afirmou Campelo. 

A proposta do parlamentar tem embasamento no próprio regimento, que dispõe que a CPI tem o prazo de 120 dias para ser encerrada, podendo ser prorrogada por mais 60 dias, para investigar o alinhamento entre os preços nos postos de combustíveis e os preços praticados nas distribuidoras.


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