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Quadrilha que matou engenheiro é presa

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Manaus - A Polícia prendeu o grupo suspeito de assassinar o engenheiro Gino Rondon da Silva, fato ocorrido na madrugada do dia 6 de março, em sua residência, na Rua A 16, bairro Japiim, Zona Centro-Sul.   Os presos são Joaquim Júnior Lima Magalhães,  André Luiz Soares de Magalhães, Victor Oliveira de Carvalho,  Roberval Ferreira de Oliveira, Anderson Moreira Nunes e Irley de Almeida Rodrigues. 
 

De acordo com o delegadoOrlando Amaral, o caso estava sendo investigado   desde o dia do fato. No dia 8, dois carros que foram roubados da residência da vítima, uma Pickup modelo Mitsubishi L200, branca, placa NJC-3945 e uma Montana, azul, placa NOK-8117, foram localizados abandonados no ramal da Cachoeira do Castanho, KM 24 da rodovia Manoel Urbano (AM 070), sendo rebocado na Derfd. Foram recuperados o notebook, uma TV de LCD e um ar condicionado, roubados da casa da vítima, e o carro usado no crime, um Gol prata, placa JXG-7817.

 

O técnico de segurança Irley e o motorista Anderson são ex-funcionários da Empresa Selco Engenharia, que presta serviço para Petrobrás, onde a vítima trabalhava como engenheiro e exercia um cargo de chefia. Através da identificação dos dois, a equipe de investigação conseguiu chegar aos outros acusados. O titular da especializada representou pela prisão dos suspeitos, sendo acatada pela Juíza Plantonista, Karen Aguiar Fernandes, da 7ª. Vara Criminal. Joaquim é foragido do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), do regime semi-aberto, onde cumpria pena por roubo, Roberval responde por homicídio.

 

O delegado Orlando informou que mantinha contato com a família da vítima, que pedia justiça, visto a crueldade do crime. O cunhado de Gino estava em contato com a especializada, que o mantinha informado de todos os avanços sobre o caso. Após serem informados da prisão da quadrilha, encaminharam um e-mail agradecendo o empenho e a competência dos policiais na solução do caso.

 

Em depoimento Anderson assumiu o latrocínio, informou que articulou o roubo, pois, sabia que todo dia 5, Gino realizava o pagamento dos funcionários, e ficava com o dinheiro, em média de R$ 30 mil, guardado em sua casa. Informou ainda, que foi motivado a praticar o assalto, por que costumava sair com a vítima para beber, e teria pedido aumento de salário, negado pelo engenheiro. Declarou ainda que o mesmo lhe devia R$ 2.500, proveniente de dívida de droga. Nos depoimentos dos acusados foi informado que André estava no carro, enquanto Anderson, Victor e Joaquim invadiram a casa. Quando Anderson entrou na residência se deparou com Gino, sabia que ele o entregaria a polícia, o matou.

 

Os acusados foram indiciados por latrocínio e formação de quadrilha, serão encaminhados à Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro. Joaquim Júnior Lima Magalhães, 23, André Luiz Soares de Magalhães, 36, Victor Oliveira de Carvalho, 19, Roberval Ferreira de Oliveira, 40, Anderson Moreira Nunes, 23, e Irley de Almeida Rodrigues, 28, suspeitos do latrocínio que vitimou o engenheiro Gino Rondon da Silva, natural de Cuiabá- MT, fato ocorrido na madrugada do dia 6 de março, em sua residência, na Rua A 16, bairro Japiim, Zona Centro-Sul. 

 

De acordo com o titular da Derfd, Orlando Amaral, o caso estava sendo investigado pela especializada desde o dia do fato. No dia 8, dois carros que foram roubados da residência da vítima, uma Pickup modelo Mitsubishi L200, branca, placa NJC-3945 e uma Montana, azul, placa NOK-8117, foram localizados abandonados no ramal da Cachoeira do Castanho, KM 24 da rodovia Manoel Urbano (AM 070), sendo rebocado na Derfd. Foram recuperados o notebook, uma TV de LCD e um ar condicionado, roubados da casa da vítima, e o carro usado no crime, um Gol prata, placa JXG-7817.

 

O técnico de segurança Irley e o motorista Anderson são ex-funcionários da Empresa Selco Engenharia, que presta serviço para Petrobrás, onde a vítima trabalhava como engenheiro e exercia um cargo de chefia. Através da identificação dos dois, a equipe de investigação conseguiu chegar aos outros acusados. O titular da especializada representou pela prisão dos suspeitos, sendo acatada pela Juíza Plantonista, Karen Aguiar Fernandes, da 7ª. Vara Criminal. Joaquim é foragido do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), do regime semi-aberto, onde cumpria pena por roubo, Roberval responde por homicídio.

 

O delegado Orlando informou que mantinha contato com a família da vítima, que pedia justiça, visto a crueldade do crime. O cunhado de Gino estava em contato com a especializada, que o mantinha informado de todos os avanços sobre o caso. Após serem informados da prisão da quadrilha, encaminharam um e-mail agradecendo o empenho e a competência dos policiais na solução do caso.

 

Em depoimento Anderson assumiu o latrocínio, informou que articulou o roubo, pois, sabia que todo dia 5, Gino realizava o pagamento dos funcionários, e ficava com o dinheiro, em média de R$ 30 mil, guardado em sua casa. Informou ainda, que foi motivado a praticar o assalto, por que costumava sair com a vítima para beber, e teria pedido aumento de salário, negado pelo engenheiro. Declarou ainda que o mesmo lhe devia R$ 2.500, proveniente de dívida de droga. Nos depoimentos dos acusados foi informado que André estava no carro, enquanto Anderson, Victor e Joaquim invadiram a casa. Quando Anderson entrou na residência se deparou com Gino, sabia que ele o entregaria a polícia, o matou.

 

Os acusados foram indiciados por latrocínio e formação de quadrilha, serão encaminhados à Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro.

 

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