Leandro Guerreiro, acusado de matar policial, vai pagar R$ 635 mil de indenização à viúva Maria Feijó

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16/07/2012 8h07 — em Amazonas

Manaus ( Portal do Holanda) - O empresário Leandro Guerreiro, denunciado pela morte do policial civil Raylen Caldas Gomes, em dezembro de 2009, concordou em pagar R$ 635 mil de indenização de danos moral e material à viúva da vítima, Maria do Perpétuo Socorro Feijó e aos filhos que ficaram órfãos. O acordo foi firmado na 17ª Vara Cível e de Acidentes de Trabalho.

A juíza Simone Laurent de Figueiredo  homologou o acordo feito entre Leandro e a viúva, que pedia indenização de R$ 7 milhões ao empresário, mas el aceitou paga  R$ 635 mil,  depois de ter o parecer da promotora Laís Rejane de Carvalho Freitas, da 46ª Promotoria de Justiça, favorável ao pagamento da indenização solicitada por Maria do Perpétuo Socorro.

Entenda o caso

O investigador da Polícia Civil Raylen Caldas foi morto em 2 de dezembro de 2009 depois de uma discussão com o vigilante Francisco Augusto Vieira Magalhães,  por vaga no estacionamento da  loja Word Micro, localizada no Boulevard Amazonas.

Houve uma discussão do vigilante com um flanelinha. O policial, que estava acompanhado de sua esposa Maria do Socorro Caldas Gomes, ao ver o segurança armado se identificou e resolveu  entrar na loja para falar com o patrão de Francisco.

De acordo com depoimento da viúva, Raylen se identificou para a recepcionista e ao gerente, foi quando Leandro Guerreiro  apareceu armado com um revólver e efetuou um disparo na nuca do policial, que morreu no local.

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