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Empresário que matou policial recebe autorização para passar 30 dias em Miami

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Passados três anos do assassinato do policial Raylen Caldas Gomes, o acusado, Leandro Guerreiro, apesar de admitir o crime, não foi preso nem julgado. E desfruta de alguns privilégios, como o de viajar para o exterior. Atualmente está em Miami, fazendo "curso de especialização".
 

Manaus - O empresário Leandro do Nascimento Guerreiro, que responde a processo criminal pelo assassinato do policial Raylen Caldas Gomes, em dezembro de 2009,  foi autorizado pelo juiz Anésio Rocha Pinheiro, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, a viajar a Miami,  no período  de 01 a 30  deste mês. De acordo com pedido de autorização solicitado pela defesa de Leandro, ele   participa  de cursos de especialização profissional. Apesar de admitir que matou o policial, Leandro nunca foi preso.

Revolta

Revoltada com a decisão, a viúva do policial, Maria do Socorro Caldas Gomes,  disse que essa não é a primeira vez que Leandro Guerreiro  consegue autorização da Justiça para viajar para fora do país.

“Enquanto meu esposo está morto e meus filhos órfãos, ele goza de viagem ao exterior”, disse, afirmando que faz três anos que o esposo foi assassinado e o processo não chega ao final.

Sentença de pronúncia

Em junho do ano passado o juiz Eliezer Fernandes Júnior, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, que julgou procedente a denúncia contra  Guerreiro. Os  advogados do empresário alegaram legítima defesa putativa. Mas de acordo com o magistrado, a materialidade do crime está comprovada.

Eliezer também não acatou o parecer do promotor Rogério Marques Santos, que pedia a desclassificação de homicídio doloso para homicídio culposo ou sem intenção de matar.
 

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