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Empregos formais caem no Amazonas

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O saldo líquido de empregos criados com carteira assinada no País foi de 118.895 em janeiro, informou o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Mas no Amazonas  houve queda 1.344 vagas


Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) revelaram que foram contratados 1.711.490 trabalhadores no primeiro mês do ano e 1.592.595 foram desligados em todo o Br5asil.  O volume de postos criados ficou 21,83% abaixo do resultado de janeiro do ano passado, já atualizado em 152.091 vagas.

Passadas as festas de fim de ano, o comércio foi o setor de atividade que apresentou o pior desempenho no mercado de trabalho formal brasileiro no primeiro mês do ano. Em janeiro, segundo dados do Caged, as demissões superaram as contratações em 36.345.

O setor de serviços foi o que mais empregou no mês passado: 61.463 postos, já descontadas as demissões. A construção civil foi responsável pela geração de 42.199 vagas no primeiro mês do ano e a indústria de transformação, por 37.462. A agricultura foi capaz de gerar 12.318 postos no período e o setor de serviços industriais de utilidade pública, 974 vagas.

No mês passado, de acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a área extrativa mineral empregou 1.194 novas pessoas com carteira assinada - já descontadas as demissões. Já a administração pública fechou 370 postos formais no mês passado.

Regiões

As contratações cresceram em todas as regiões brasileiras em janeiro. O Sudeste foi o que mais gerou vagas no mês passado, um total de 45.763 postos, já descontadas as demissões.

No Sul, a criação de postos formais foi de 44.164 e, no Centro-Oeste, de 22.695. No Nordeste, a geração foi menor, de 5.795 vagas, mas o Ministério destacou que foi o segundo maior saldo para o mês.

No Norte, as contratações superaram as demissões em apenas 478 postos. O modesto crescimento, de acordo com técnicos do MTE, pode ser atribuído ao comportamento negativo dos Estados de Amazonas (-1.344 vagas), Roraima (-344 vagas) e Acre (-240 vagas).

Interior

O interior do País gerou mais do que o dobro de postos de trabalho formais do que as regiões metropolitanas em janeiro. Enquanto os centros urbanos foram responsáveis pela criação de 25.653 postos no mês passado, o interior desses aglomerados contratou 52.593 pessoas com carteira assinada a mais do que demitiu no período.

Para fazer essa comparação, o MTE avaliou o comportamento do mercado de trabalho nos Estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. As áreas metropolitanas que mais se destacaram em termos absolutos no mês passado foram São Paulo (8.760 postos), Belo Horizonte (7.360 postos), Curitiba (5.647 postos) e Porto Alegre (2.556 postos).

Já as regiões que reduziram o nível de emprego formal foram Fortaleza (-1.652 vagas) e Rio de Janeiro (-1.633 vagas). De acordo com o MTE, isso ocorreu em função do desempenho negativo do comércio tanto em Fortaleza (-1.951 postos) quanto no Rio de Janeiro (-9.656 postos).

Já no interior das regiões consultadas, o MTE destacou São Paulo (19.567 postos), Rio Grande do Sul (10.554 postos), Minas Gerais (9.182 postos) e Paraná (9.006 postos).

2011

O MTE ainda atualizou nesta quinta-feira, 23, o volume de empregos gerados com carteira assinada ao longo de 2011. De acordo com dados do Caged, foram criados 1.966.449 postos no ano passado. A soma até janeiro era de 1.944.560. A mudança ocorre por conta do atraso do envio das informações pelas empresas ao ministério.

O resultado continua como o segundo melhor da série histórica do Caged, já que em 2010 foram contabilizados novos 2.555.421

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