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Uma semana após denúncias

Aulas são suspensas em CMPM por rachaduras no prédio em Manaus

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Manaus/AM - A Secretaria de Estado de Educação e Desporto e a Polícia Militar do Amazonas (PMAM) suspenderam as atividades do anexo da Escola Estadual Coronel Pedro Câmara (CMPM 8), por motivos preventivos, na última quinta-feira (13). A decisão foi tomada pelos órgãos após inspeção da Defesa Civil do Estado do Amazonas, no início desta semana. Na ocasião, foram constatadas anormalidades na infraestrutura do anexo, localizado no bairro Santo Agostinho, zona oeste de Manaus.

Apesar do diagnóstico de intervenção do anexo do CMPM 8, tanto a Secretaria de Educação quanto a Polícia Militar reafirmaram que o mesmo nunca correu risco de desabar. A declaração é para tentar desmentir denuncia de pais que apontaram risco de desabamento do prédio na última sexta-feira (7) devido a rachaduras em salas de aulas e na sala de professores da unidade, que foi divulgada pelo Portal do Holanda. 




Mesmo com a declaração da PM e da Secretaria de Educação, os órgãos optaram pela paralisação para preservar a integridade física dos corpos docente e discente da unidade, que atende, atualmente, a 1.327 alunos de 1º a 5º ano do ensino fundamental, nos turnos matutino e vespertino.

No próximo dia 28 de fevereiro, haverá uma reunião com pais e responsáveis de estudantes do anexo, quando será comunicada a realocação dos alunos. Já as aulas perdidas serão repostas, posteriormente, por meio de um calendário especial.

De acordo com a secretária executiva adjunta da capital, professora Arlete Mendonça, a prioridade no momento é a integridade do gestor, professores, pedagogos, alunos e demais integrantes da equipe escolar do anexo do CMPM 8. “Esse é o nosso compromisso principal. Agora, com a unidade interditada, a Secretaria e a Polícia Militar atuarão para realocar os estudantes em outro prédio o mais rápido possível”, afirmou Arlete Mendonça.

Gestor do anexo do CMPM 8, o major Rayleno tranquilizou os pais e responsáveis a respeito da paralisação das aulas. “Estamos empenhados para solucionar a situação o quanto antes”, disse o major Rayleno.

Preocupação

A contadora Luciana Santos Brito, mãe de aluna da 3ª série, disse estar aliviada com a decisão de mudança do anexo do CMPM 8. “Agora estou mais calma e torcendo para que a Secretaria de Educação e a Polícia Militar resolvam logo esta situação. O mais importante é a segurança e a integridade física dos nossos filhos, conteúdo tem como ser reposto depois”, finalizou Luciana.

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