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Irã nega condenação à morte de manifestante e EUA pressionam por direitos legais

Por Portal Do Holanda

15/01/2026 6h49 — em
Mundo


Erfan Soltani - Foto: Reprodução Instagram

Judiciário iraniano anunciou nesta semana que o jovem manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, não foi condenado à pena de morte, contrariando informações divulgadas por organizações de direitos humanos e pela própria família, que afirmavam que sua execução estava marcada para essa quarta-feira (14).

Soltani foi preso em 8 de janeiro de 2026, na cidade de Fardis, região metropolitana de Teerã, durante protestos contra o regime. Ele responde por acusações de “propaganda contra o regime” e “conluio contra a segurança interna”, crimes que, segundo autoridades iranianas, não resultam em pena mortal, mas podem levar à prisão.

A notícia de uma possível execução provocou forte repercussão internacional. A ONG Hengaw denunciou que familiares haviam sido informados sobre a sentença definitiva e a data da execução por enforcamento. Diante da pressão, o Judiciário iraniano recuou, afirmando que Soltani permanece detido no presídio central de Karaj e que não há condenação à morte em seu caso.

Reação dos Estados Unidos

O governo norte-americano criticou duramente o episódio. O Departamento de Estado declarou que qualquer tentativa de executar manifestantes por participação em protestos representa uma grave violação dos direitos humanos.

O presidente Donald Trump também se manifestou, pedindo que o Irã interrompa o que chamou de “matança” e exigindo garantias de devido processo legal para Soltani e outros presos políticos.


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O Portal do Holanda foi fundado em 14 de novembro de 2005. Primeiramente com uma coluna, que levou o nome de seu fundador, o jornalista Raimundo de Holanda. Depois passou para Blog do Holanda e por último Portal do Holanda. Foi um dos primeiros sítios de internet no Estado do Amazonas. É auditado pelo IVC e ComScore.

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