Após ataque a refinaria em Manaus, segurança é reforçada no CMA e em órgãos públicos no Amazonas
Manaus/AM - Em meio ao caos provocado pelos ataques de bolsonaristas no Distrito Federal e na refinaria de Manaus, o Governo do Amazonas decidiu acionar o Comitê de Resposta Rápida neste domingo (8), para alinhar estratégias a fim de evitar novos episódios de vandalismo.
A renunião ocorreu no Centro Integrado de Comando e Controle do Amazonas (CICC), e ações preventivas foram alinhadas entre órgãos de segurança estaduais, municipais e federais, além das Forças Armadas. O comitê monitora as manifestações em Manaus desde as eleições de outubro de 2022 e agora também passa a monitorar movimentações nos municípios.
O policiamento foi reforçado nas sedes dos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo estadual e municipal, além da sede do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) e pontos como o Comando Militar da Amazônia (CMA) e proximidades da Refinaria Isaac Sabbá (Reman), na Estrada do Marapatá, Distrito Industrial. A medida foi prontamente tomada para evitar qualquer tentativa de bloqueio de vias estratégicas da cidade.
"Nós ativamos o gabinete com a presença de órgãos das três esferas, da esfera federal, do estado e também aqui do município, justamente para levantarmos ações preventivas com relação às manifestações, uma delas é o reforço da segurança das instalações públicas, dos Três Poderes", enfatizou o general Mansur.
De acordo com o Secretário de Segurança a cidade de Manaus e o interior do estado encontram-se em estado de normalidade e a reunião foi realizada para que todos os órgãos estejam alinhados quanto aos acontecimentos.
Ainda na tarde deste domingo, o governador Wilson Lima repudiou veementemente os atos antidemocráticos ocorridos na Capital Federal e ressaltou que é preciso respeito à democracia, não havendo espaço para violência. E que o momento é de união e paz para que o Brasil possa avançar.
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