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Criticou Bolsonaro

Três anos após impeachment, Dilma retorna ao Congresso Nacional

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A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) compareceu na tarde de quarta-feira (4) na Câmara dos Deputados participar de um seminário pela soberania nacional e contra as privatizações propostas pelo governo Jair Bolsonaro(PSL).

Dilma não pisava no Congresso a três anos e seis dias, e foi recebida calorosamente. Gleisi Hoffmann (PR) foi a primeira a abraçar Dilma Rousseff. Ela também foi ovacionada de pé ao ser anunciada pelo mestre de cerimônias do evento, no maior auditório da Câmara , lotado, como "a mulher guerreira que venceu a ditadura, que enfrentou o golpe e que agora vai construir conosco o novo Brasil".

De acordo com o site O Globo, ao longo das quase quatro horas do seminário, a ex-presidente foi uma das mais assediadas para fotos ou cumprimentos. Quando chegou a sua vez de discursar, falou por mais de 30 minutos. Focou seu pronunciamento em uma defesa enfática da manutenção da Petrobras sob o controle do Estado, sustentando sua opinião com termos econômicos.

Ainda segundo o site, ela também aproveitou para disparar críticas ao neoliberalismo e ao atual presidente. Bolsonaro, segundo Dilma , é um expoente do "neofascismo". "Por que é neo? Porque geralmente os partidos fascistas eram nacionalistas e esse grupo que está no poder não tem o menor compromisso com a nação. Portanto, não tem compromisso com sua soberania", declarou a petista.

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