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Entidades acionam STF para derrubar cartilha antiaborto do Ministério da Saúde

Entidades acionam STF para derrubar cartilha antiaborto do Ministério da Saúde
Entidades acionam STF para derrubar cartilha antiaborto do Ministério da Saúde

Quatro entidades protocolaram uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a cartilha do Ministério da Saúde, que entre seus dados técnicos, afirma que todo aborto no Brasil é crime. 

A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), é assinada pela Sociedade Brasileira de Bioética (SBB), a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) e a Rede Unida. 

O manual, que contraria o Código Penal de 1940, alega que não há interrupção de gravidez legal no Brasil. Além disso, também informa que o limite para fazer o aborto é de idade gestacional de 22 semanas, o que não é amparado pela lei. 

"Não existe aborto "legal" como é costumeiramente citado, inclusive em textos técnicos. O que existe é aborto com excludente de ilicitude. Todo aborto é um crime, mas quando comprovadas as situações de excludente de ilicitude após a investigação policial, ele deixa de ser punido, como a inerrupção de gravidez por risco materno", diz o texto da cartilha. 

As entidades de saúde e bioética esperam que o presidente do Supremo, Luiz Fux, se manifeste ainda nesta quinta (30). Além destas, na semana passada, grupos de estudos e clínicas jurídicas enviaram ao MS uma manifestação contra o guia, solicitando a revogação do documento.

Leia a íntegra do documento.

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