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Pecuaristas têm até dia 30 para vacinar rebanho

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Pecuaristas da terra firme estão sendo convocados para vacinar o rebanho bovino e bubalino em 21 municípios. É a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa que iniciou no último dia 10 de novembro e neste feriado de independência do Brasil (15 de novembro) foi amplamente divulgada entre criadores do município de Presidente Figueiredo com palestras sobre a doença e vacinação assistida.

 

A meta do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (Idam) e Comissão Executiva Permanente de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Codesav), é vacinar mais de 800 mil cabeças de gado na área de terra firme até 30 de novembro, quando encerra a campanha.

Após esse período, os pecuaristas terão até 15 dias para solicitar notificação de vacinação nos escritórios do Idam. Quem não providenciar a documentação será multado em R$ 40 por cabeça e não poderá transitar com seu rebanho.

“A vacinação é a defesa do rebanho e a proteção do patrimônio agropecuário. Por isso, conclamamos vocês a vacinarem seus rebanhos e a fiscalizarem a vacinação do rebanho do vizinho”, enfatizou o presidente da Codesav, Sérgio Muniz, durante solenidade de divulgação da campanha.

O secretário de Produção Rural do Amazonas, Eron Bezerra, lembrou que o Brasil tem posição estratégica na exportação de carne e que o foco de febre aftosa no Careiro da Várzea em 2004 prejudicou até a exportação de suínos do Amazonas.

“Por isso o Governo do Estado investe forte no controle sanitário e em uma política específica para o setor primário que é o Amazonas Rural. O setor primário, segundo o Censo de 2010, é o mais expansivo e o que cria mais emprego. São 276 mil empregos contra 206 mil do comércio e 147 mil da indústria”, concluiu Eron.   

Investimento — Nesta etapa da campanha, foi investido R$ 1,6 milhão. A intenção é alcançar a meta de manter o Amazonas no status “livre de febre aftosa”, além de reduzir a classificação sanitária do rebanho, de alto para médio risco.

A ação tem parceria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Todo o rebanho de terra firme vacinado na 1ª etapa deve receber a segunda dose (reforço). O pecuarista que não vacinar seu gado não receberá o Guia de Trânsito Animal (GTA), exigido no momento da comercialização.

1ª etapa — Na primeira fase foram vacinados aproximadamente 610 mil cabeças em 41 municípios localizados em área de várzea, como Anamã, Autazes, Barreirinha, Fonte Boa, Iranduba, Itacoatiara, Manacapuru e Manaus, entre outros.

Subsídio da vacina — O Governo do Amazonas é o único do País a subsidiar a vacina contra a aftosa. O valor comercial da dose é de R$ 1,54; porém, com o subsídio do Governo o produtor paga apenas R$ 0,60

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