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Membro de facção

Audiência de custódia encaminha “Coroa” para prisão preventiva

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A manifestação do Ministério Público do Amazonas (MPAM), na audiência de custódia, resultou na prisão preventiva de Alexsandro Campos da Costa, 44, conhecido como ‘Coroa’, apontado como um dos líderes da facção criminosa responsável pela venda de entorpecentes no bairro Monte das Oliveiras, zona Norte de Manaus. O homem foi preso pela Polícia Militar durante a “Operação Radar”, na manhã da última terça-feira, dia 3.

Alexansandro estava em uma casa, no conjunto residencial Villa da Barra. Dentro da casa, foram encontrados um fuzil 556, uma submetralhadora, três espingardas calibre 12, uma pistola, um revólver, cinco coletes balísticos, cinco granadas de uso restrito das Forças Armadas, além de 30 quilos de drogas. Depois de preso e tendo sido lavrado o auto de prisão em flagrante, Alexsandro foi encaminhado para a audiência de custódia onde, com a presença do representante do MPAM, foi examinada a legalidade da prisão e a necessidade de sua conversão em preventiva ou concessão de liberdade.

“Nesse caso, eu analisei as circunstâncias da prisão, os elementos probatórios constantes nos autos e requeri a homologação do flagrante. Em seguida, considerando a gravidade dos crimes atribuídos ao flagranteado, a quantidade de armas, munições, explosivos e droga encontrados com ele, bem assim como os antecedentes criminais desfavoráveis, a indicar que se trata de pessoa perigosa para a sociedade, com personalidade voltada para a prática reiterada de crimes e integrante de organização criminosa, requeri a prisão preventiva dele para garantia da ordem pública, pois solto colocaria em risco toda a sociedade que seria vitimada por crimes cometidos pelas armas e drogas que ele distribui aos demais membros da facção”, informou o promotor de Justiça Rodrigo  Miranda Leão Júnior, atuando no Plantão Criminal, que deu o parecer na audiência de custódia. A juíza Sanã Nogueira Almendros de Oliveira acompanhou a manifestação do MPAM, homologou o flagrante e converteu em prisão preventiva.

O promotor de Justiça ressaltou também a atuação da PM que chegou ao criminoso por intermédio de uma denúncia anônima, via aplicativo de mensagens. “É importante ressaltar o trabalho eficaz da Polícia Militar na Operação (Radar), que resultou nessa prisão”, frisou Rodrigo Miranda Leão Júnior.

Fonte: MPAM

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