Enfermeira é demitida por sexo com paciente em carro; homem morreu
A enfermeira Penelope Williams perdeu o emprego após negar socorro a um paciente que passou mal enquanto eles faziam sexo dentro de um carro, no estacionamento do hospital Spire em Wrexham, onde trabalhava, no País de Gales, no Reino Unido.
O caso é de janeiro de 2022, mas foi noticiado pelo The Guardian, nessa terça-feira (4).
Penelope trabalhava no hospital Spire em Wrexham, e no dia do incidente, a enfermeira e o paciente marcaram um encontro no estacionamento para transar no carro. Durante o ato, o homem acabou passando mal e morreu. Sem saber o que fazer, Penelope o deixou morto no carro e foi até a casa de um amigo do trabalho.
Ela chegou na casa desse amigo aos prantos e revelou que o ficante estava morto em seu carro. Um outro colega do trabalho foi até o veículo e encontrou o corpo. Ele tinha morrido de “insuficiência cardíaca e doença renal crônica desencadeada por um episódio médico”, conforme consta no prontuário do hospital.
Quando prestou depoimento na polícia, a mulher confessou que estava transando com o homem no carro e que em determinado momento, ele passou mal e ela não quis chamar uma ambulância. Penelope foi demitida no mesmo dia por omissão de socorro.
Ainda segundo o The Guardian, em fevereiro desse ano, Penelope prestou depoimento no Conselho de Saúde do Reino Unido, e contou outra versão do caso alegando que tinha ficado no banco de trás do carro por cerca de 45 minutos conversando com a vítima, que estava sentada no banco da frente. Mas a nova versão, ainda assim, não agradou o conselho.
Em nota à BBC, o Conselho de Enfermagem e Obstetrícia afirmou que “as ações de Penelope Williams foram desvios significativos dos padrões esperados de uma enfermeira registrada e são fundamentalmente incompatíveis com sua permanência no registro. As conclusões neste caso demonstram que as ações de Williams foram tão sérias que, permitir que ela continuasse a exercer a profissão, minaria a confiança do público na profissão e no Conselho de Enfermagem e Obstetrícia como órgão regulador", finalizou.
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