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Manaus prepara mobilização para marcar Dia da Malária nas Américas

Manaus prepara mobilização para marcar Dia da Malária nas Américas
Manaus prepara mobilização para marcar Dia da Malária nas Américas

Manaus/AM - Com o tema “Febre pode ser malária”, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) vai promover, entre os dias 3 e 6 de novembro, ações de educação em saúde em pontos estratégicos nas zonas Norte, Sul, Leste, Oeste e rural de Manaus, marcando o Dia da Malária nas Américas (06).

A programação terá início na quarta-feira (03), no porto de Manaus, no Centro, das 9h às 11h30. Na quinta-feira, (04), o trabalho será desenvolvido na barreira da rodovia AM-010 (Manaus-Itacoatiara), no bairro Lago Azul, zona Norte, e na marina do Davi, no bairro Ponta Negra, zona Centro-Oeste. Na sexta-feira (05), a atividade ocorrerá na comunidade Parque das Tribos, no bairro Tarumã, e na Associação dos Moradores da comunidade Nassau, no bairro Colônia Antônio Aleixo, zona Leste

O encerramento será no sábado (06), no Centro Estadual de Convivência da Família Padre Pedro Vignola, no bairro Cidade Nova, zona Norte, em uma ação integrada com a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-RCP/AM) e Ministério da Saúde.

A doença

A malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários do tipo Plasmodium, transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. “No Brasil, 98% dos casos de malária ocorrem na região da Amazônia, abrangendo os Estados Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima, além das regiões a oeste do Maranhão, noroeste de Tocantins e ao norte de Mato Grosso”, destaca Lilian.

A população deve procurar uma unidade de saúde quando apresentar sintomas como: febre alta, calafrios, tremores, sudorese (suor excessivo) e dor de cabeça. Algumas pessoas também apresentam náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite.

Na prevenção à malária, a população pode contribuir com cuidados básicos para evitar a disseminação da doença: uso de mosquiteiros; uso de roupas que protejam pernas e braços, para evitar a picada do mosquito; colocação de telas em portas e janelas; uso de repelentes; e nas áreas de incidência do mosquito transmissor da malária, normalmente locais de floresta com rico manancial de água limpa, é necessário que a população evite frequentar beira de rios, igarapés e áreas alagadas no final da tarde ou no amanhecer, período em que  há maior circulação do mosquito transmissor.

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