Manaus/AM - A direção Serviço de Pronto-Atendimento (SPA) e Maternidade Chapot Prevost se pronunciou nesta quarta-feira (8) após Estela da Silva depredar a unidade ao saber da morte da filha Safira, de 1 ano e 6 meses na noite de ontem.
A unidade informou que menina no primeiro atendimento foi diagnosticada com bronquite e saturação 85%. Ela não apresentou melhora e houve a necessidade de intubação, o que foi negado pela mãe no primeiro momento. A direção relata ainda que os médicos conseguiram convencer a mãe do procedimento, mas o quadro de saúde da criança já era grave.
Safira teve parada cardíaca, foi tentado 12 reanimações, mas sem sucesso e o bebê veio a óbito. Após a informação da morte, a mãe e a filha mais velha depredaram a recepção do Chapot Prevost. A situação foi controlada com a chegada da polícia.
Leia nota na íntegra
O Serviço de Pronto-Atendimento (SPA) e Maternidade Chapot Prevost esclarece que a paciente, de um ano e seis meses, deu entrada na emergência da unidade com relatos de tosse, coriza e falta de ar há duas semanas, diagnosticada no primeiro atendimento médico com bronquiolite e saturação 85%.
Após nebulização e medicação, a criança não apresentou melhora da saturação e foi informada a necessidade de intubação, o que foi negado pela mãe da paciente. Com a negativa da mãe, os médicos realizaram novas medicações para estabilizar a paciente, porém sem sucesso.
Em nova tentativa, os médicos conseguiram a autorização da mãe para intubação na paciente que já apresentava saturação de 69% e quadro grave de saúde. Após a intubação a paciente teve uma parada cardíaca e mesmo com 12 manobras de reanimação a criança não resistiu, vindo a óbito.
Com a confirmação do óbito, a mãe tentou agredir a equipe médica e de enfermagem e com a ajuda de outra filha iniciaram a depredação da recepção da unidade. A situação foi controlada com a chegada da polícia.
A direção ressalta que todas as manobras de reanimação e procedimentos foram feitos para salvar a vida da criança, mas que diante do caso grave de saúde não foi possível.
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) lamenta a morte da paciente e se solidariza com a dor da família.

