Manaus/AM - O empresário Guilhermes Alves e três funcionários de sua loja tiveram suas imagens divulgadas com uma mensagem falsa os acusando de serem sequestradores de crianças, além de traficantes de órgãos do mercado negro, em Manaus.
Após o caso repercutir e as vítimas receberem diversas ameaças, Alves registrou um Boletim de Ocorrência (BO) e se manifestou por meio de uma coletiva de imprensa. O empresário, que é pai de duas crianças, desabafou sobre o compartilhamento das informações falsas.
"No sábado eu recebi uma mensagem pela manhã de uma amiga minha, e ela falou que estava repercutindo essa minha foto como sequestrador de crianças, e que eu estava vendendo órgãos de crianças, que os funcionários daqui (empresa de telefonia Oi) estavam sequestrando crianças", explicou.
Segundo ele, o caso começou a ser falado em outros municípios. "Isso estava sendo divulgado no Cacau Pirera. Já no domingo, estava em Itacoatiara saindo em todos os portais de notícias de lá e outras pessoas me ligando, meus familiares. Só que na segunda-feira, chegou informação pra mim, que [a mensagem falsa] já estava em Manaus, no Riacho Doce e em todos os lugares saindo essa minha foto dizendo que todos nós éramos sequestradores", afirmou.
Em nota, a Polícia Civil do Amazonas informou que a vítima registrou o BO relatando que está sendo "vítima de difamação e calúnia" nas redes sociais desde o dia 20 de agosto. O caso segue sendo investigado.





