A morte da cantora Marília Mendonça, aos 26 anos, em um acidente de avião no interior de Minas Gerais, nesta sexta-feira (05), ganhou repercussão internacional.
O jornal americano The New York Times usou pela primeira vez o termo "feminejo" ao se referir à artista que era uma das cantoras mais populares do Brasil e conhecida como "Rainha da Sofrência". A publicação diz que "Mendonça era icônica em um tipo de música country brasileira chamado sertanejo, gênero popular no Brasil".
A agência Associated Press disse que a cantora era "uma estrela em ascensão". "Ela era conhecida por abordar questões feministas em suas canções, como denunciar os homens que controlam suas parceiras e apelar para o empoderamento feminino", diz o texto, reproduzido por diversos veículos.
Já a Reuters disse que Marília Mendonça ganhou fama como "ícone do sertanejo", ganhando um Grammy Latino 2019 por álbum na categoria. "Ela postou nas redes sociais um vídeo embarcando no avião na sexta-feira", lembrou a agência.
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