Ao todo, cerca de 300 pessoas ocupavam o prédio, sendo que 100 delas se recusaram a acatar a decisão judicial. De acordo com a PM, as negociações ocorreram de forma pacífica e às 13h30 os soldados receberam a ordem de interromper a reintegração.
A ocupação não é vinculada a movimentos organizados pró-moradia, segundo líderes comunitários consultados pela reportagem. No entanto, as famílias foram assistidas pelo Movimento Moradia da Cidade de São Paulo. Representantes da Defensoria Pública do Estado (DPE) e da Secretaria Municipal de Assistência Social foram até o edifício, situado na altura do número 300.
De acordo com ativistas que acompanharam a processo de remoção, um defensor público foi até o fórum onde tramita ação de reintegração de posse para cancelar a liminar que determinou a saída dos moradores. A ação, segundo eles, foi proposta pelo proprietário do imóvel.



