A jornalista do The Intercept Brasil usou suas rede social para denunciar um estupro que teria sofrido por parte de um professor universitário, que na época era colunista do mesmo veículo. A jovem aproveitou a repercussão do caso Mariana Ferrer para apontar o descaso da polícia com a situação.
No depoimento, Amanda afirma que denuncia o crime, mas que os investigadores ouviram apenas uma pessoas e ignoraram provas e outras testemunhas. A repórter disse ainda que não queria “entrar em detalhes” sobre ocorrido para não reviver o sofrimento, mas que entendia pelo que Mariana estava passando. Ela escreveu que não há justiça para esse tipo de crime no Brasil e que as vítimas, como ela e Mariana são constrangidas ao denunciar: “Mostra o completo absurdo que é buscar justiça em um caso de violência sexual no Brasil. Em que nem mesmo o defensor dela a defendeu. É ser o tempo todo desacreditada, ser tratada como culpada ao invés de vítima.".
Ela relatou ainda que após a apuração rasa, a Justiça decidiu arquivar o caso entendendo que não houve estupro, mas que o caso se tratava de 'apenas duas pessoas confusas sobre suas intenções e sentimentos.
Após a história vir à público, os advogados do professor fizeram contato com Amanda e avisaram que iriam processá-la, caso a publicação não fosse retirada do ar. Antes de apagar o post, ela explicou por que removeria:




