O assassino que matou quatro crianças e deixou outras quatro feridas na creche Cantinho Bom Pastor, em Blumenau, não teve ajuda para cometer o crime.
De acordo com a Polícia Civil, o homem agiu sozinho, mesmo afirmando que foi influenciado. Segundo o delegado Ronnie Esteves, o acusado havia dito em depoimento que outra pessoa o havia convencido a cometer o crime, mas ocorreu exatamente o contrário.
"Ele cita uma pessoa e essa pessoa já foi identificada, será ouvida, mas não apresenta nada. Só cita que vinha sendo perseguido, ameaçado por essa pessoa a praticar um massacre em escola", disse ao G1.
O delegado afirma que um programa israelense que recupera mensagens apagadas foi usado no telefone dele e comprovaram que não há uma segunda pessoas envolvida.
A polícia também desmentiu que o assassino tenha sido induzido a cometer o ataque por meio de um jogo online e disse que já pediu um exame toxicológico do homem, porém, o resultado ainda não ficou pronto.
No dia do crime, o acusado pulou o muro da creche armado com uma machadinha e assassinou quatro crianças com idade entre 4 e 7 anos. Outras quatro precisaram ser internadas, uma ainda está hospitalizada.
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