Mãe diz ter encontrado corpo do filho exposto em museu dos EUA
Uma mulher norte-americana afirma ter reconhecido o corpo do filho em uma exposição do museu Real Bodies, em Las Vegas, nos Estados Unidos. Kim Erick, de 54 anos, diz que um dos cadáveres em exibição apresenta características semelhantes às do jovem Chris Erick, morto em 2012. Ela agora pede que testes de DNA sejam realizados para confirmar se os restos mortais exibidos pertencem ao rapaz.
Chris morreu enquanto dormia na casa da avó, e o pai do jovem decidiu pela cremação. A mãe, no entanto, afirma que não foi consultada e sempre teve dúvidas sobre a autenticidade das cinzas que recebeu. Na época, fotos do corpo mostravam hematomas e cortes, e um exame apontou a presença de cianeto, o que levou as autoridades a tratarem o caso como suicídio. Mesmo assim, Kim diz que nunca se convenceu dessa conclusão.
A suspeita voltou quando ela viu imagens da exposição Real Bodies e identificou semelhanças físicas com o filho, como uma fratura no crânio e sinais de raspagem de tatuagens. A direção do museu, porém, afirma que os corpos expostos são de origem chinesa e que não há qualquer possibilidade de identificação individual. Eles ressaltam que o espécime citado está em Las Vegas desde 2004, muito antes da morte de Chris.
Em nota, o museu declarou que entende a dor da família, mas reforçou que todos os corpos da coleção são obtidos de forma ética e não possuem dados que permitam reconhecer quem eram essas pessoas. A instituição afirmou ainda que segue padrões legais e científicos para manter o acervo em exposição.
ASSUNTOS: Bizarro