Justiça de Manaus mantém prisões de envolvidos no caso Djidja Cardoso
Manaus/AM - A juíza Roseane do Vale Cavalcante Jacinto manteve a prisão preventiva dos envolvidos no Caso Djidja Cardoso, rejeitando todos os pedidos de liberdade e medidas domiciliares apresentados pelas defesas. A decisão, proferida no dia 19 deste mês, atinge diretamente Ademar Farias Cardoso Neto, Cleusimar de Jesus Cardoso e outros réus denunciados pelo uso e distribuição indiscriminada da substância cetamina.
A magistrada afastou a tese de "excesso de prazo", justificando que a duração do processo é compatível com a complexidade da investigação e o volume de provas. Segundo a juíza, a manutenção da custódia é necessária para garantir a ordem pública, uma vez que há indícios de que o grupo utilizava ambientes familiares e comerciais para a prática reiterada de crimes.
Pedidos de Liberdade: Rejeitados para Ademar, Cleusimar, Hatus Silveira, José Máximo e Sávio Pereira.
Medidas Cautelares: Mantido o uso de tornozeleira para Verônica Seixas e demais réus em liberdade.
Restituição de Bens: Negada ou adiada para a sentença final.
O processo, iniciado após a morte da ex-sinhazinha do Boi Garantido, entra agora em sua fase final. As defesas apresentarão as últimas manifestações antes da sentença definitiva.
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