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Cinco parlamentares do Amazonas votaram a favor do aumento dos próprios salários

Cinco parlamentares do Amazonas votaram a favor do aumento dos próprios salários
Cinco parlamentares do Amazonas votaram a favor do aumento dos próprios salários

Manaus/AM - Dos 11 membros da bancada federal do Amazonas no Congresso Nacional, cinco votaram a favor da proposta que aumenta para R$ 46,3 mil os salários dos deputados federais, senadores, ministros, vice-presidente e presidente da República. Apenas dois votaram contra o reajuste.

A proposta foi primeiramente votada na Câmara dos Deputados, os deputados federais Átila Lins (PSD), Marcelo Ramos (PSD), Sidney Leite (PSD) e Silas Câmara (Republicanos) votaram a favor do aumento salarial. Somente o deputado Alberto Neto (PL) votou contra. José Ricardo (PT), Bosco Saraiva (Solidariedade) e Pablo Oliva (União) não tiveram votos registrados.

Entre os senadores, apenas Eduardo Braga (MDB) votou a favor da proposta e Plínio Valério (PSDB) votou contra o reajuste salarial. Não há informação sobre voto do senador Omar Aziz (PSD), mas apenas quatro senadores votaram contra o reajuste: Plínio, Jorge Kajuru, Eduardo Girão e Soraya Thronicke.

A proposta de reajuste dos salários foi feita por meio de votação relâmpago na noite de terça-feira (20).

Os novos salários aprovados serão no valor de R$ 46,3 mil para os cargos de presidente, vice-presidente, ministros, deputados federais e senadores. O valor será equiparado ao salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

O projeto aprovado prevê que o aumento salarial seja realizado de forma escalonada, por meio de cinco parcelas a serem pagas até 2026. A primeira parcela será de 16,37%, válida a partir de 1º de janeiro, que iguala o subsídio atual (R$ 33.763,00) ao subsídio dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente em R$ 39.293,32.

A partir de 1º de abril de 2023, os valores aumentam para R$ 41.650,92 (6%), passando para R$ 44.008,52 em 1º de fevereiro de 2024 (5,66%) e para R$ 46.366,19 a partir de 1º de fevereiro de 2025 (5,36%). O reajuste total, nos quatro anos, perfaz então 37,32%.

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