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Boi Manaus levou 100 mil à Ponta Negra

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A segunda noite do Boi Manaus 2014, realizado pela primeira vez na Ponta Negra, levou 100 mil pessoas para a orla do rio Negro, resgatando o público que consolidou a manifestação folclórica como identidade cultural da cidade. O evento, que teve duração de quase 10 horas, encerrou a programação promovida pela Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), em comemoração aos 346 anos da capital amazonense.

“É um sucesso, eu só sinto alegria vinda das pessoas. Vivemos uma crise feia, que machuca Manaus mais que qualquer outra cidade, mesmo assim, não se encontra um alto astral tão grande quanto aqui. O alto astral mora aqui”, vibrou o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, que acompanhou a festa do camarote instalado de frente para a pista onde desceram os trios, mas aproveitou os intervalos para caminhar e conversar com a multidão presente.

O prefeito disse, ainda, que conversou com muitas pessoas durante sua permanência na Ponta Negra, para saber delas a opinião sobre a mudança de local. “Foi quase unânime. Elas me disseram que foi muito boa a mudança. Que aqui eles têm mais liberdade, têm mais opção. Até me sugeriram que no próximo evento a gente também ofereça outros gêneros de música espalhados pela praia. É uma proposta a ser avaliada, dentro das possibilidades”, afirmou. “

De acordo com o diretor-presidente da Manauscult, Bernardo Monteiro de Paula, a decisão de levar a tradicional festa de aniversário de Manaus para o cartão postal mais disputado da cidade foi baseada em um estudo técnico que se mostrou acertada diante da aprovação da população. “A nossa avaliação foi feita a partir da viabilidade operacional, artística, financeira e turística da Ponta Negra. A noite de hoje (sábado) mostrou que a população aprovou essa decisão”, afirmou.

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A pista sentido bairro-centro ficou tomada durante todo o percurso do trio que ia da Bola das Águas até o final das quadras. No outro lado da pista, muitas famílias participaram da festa. O calçadão, Anfiteatro e até mesmo as sacadas dos prédios ficaram lotados, durante a apresentação dos sete artistas.

A banda Carrapicho abriu a sequência de apresentações com clássicos dos anos 90, que consagraram a fama do grupo nacionalmente. A cantora Eliana Printes brindou o público presente com uma participação especial. Canto da Mata deu continuidade a festa, reunindo os primeiros grupos de dança em volta do trio. Carlinhos do Boi mostrou que sabe segurar a animação do início ao fim. Arlindo Jr, que veio acompanhado da Marujada, torcida organizada Força Azul e Branca (FAB) e um corpo de dançarinos do Caprichoso; e Israel Paulain, que se apresentou cercado da Batucada, dançarinos e com participação especial de Márcia Novo, foram os responsáveis pelo ápice do evento, antes da queima de fogos.

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