O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Petróleo e Derivados do Estado do Amazonas (Sindipetro) entrou com uma ação civil pública contra o grupo Atem, que controla a Refinaria da Amazônia (Ream), por não divulgar informações obrigatórias sobre a produção de combustíveis.
O Sindipetro afirma que a refinaria tinha interrompido o processamento e que hoje atua apenas como estrutura de apoio logístico para distribuição de derivados importados, e que por se tratar de uma atividade de caráter público, ela deve informar caso interrompa a produção.
"Se a empresa deixa de refinar, diminui empregos, arrecadação de imposto e de investimento", disse o advogado do Sindipetro, Ângelo Remédio, da Advocacia Garcez.
Por sua vez, a Ream respondeu dizendo que está em processo de "transição macroestrutural" e que ainda está organizando os processos operacionais e sistêmicos depois que foi privatizada.

