Apesar da devastação que representa a derrubada de árvores numa área equivalente a 1.808 quilômetros quadrados, o governo federal entende que o ritmo da devastação da floresta amazônica sofreu uma freada de 49% nos últimos 12 meses.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) informou que deixaram de ser desmatados 1.728 km2 nesses 12 meses. Pela primeira vez o Amazonas aparece, ao lado do Pará, Mato Grosso e Rondônia, como um dos que mais tem desmatado.
Os maiores desmatamentos foram identificados no Pará (161 km2), Mato Grosso (36,5 km2) e Amazonas (24 km2).
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira,chamou a atenção para "aumento residual" nas derrubadas registradas no Amazonas. Lábrea foi um dos principais polos da destruição.
"Não sabemos ainda o que está ocorrendo. Esses dados são para auxiliar no processo de fiscalização. Verificou-se um pico [de desmatamento] em relação ao Amazonas e dirigimos a fiscalização. Estamos avaliando o que ocorre lá para novas operações", afirmou a ministra
Fonte Blog do Holanda/ Inpe/ Valor Econômico
