Museu do Seringal é opção para conhecer o período da borracha no Amazonas

Por Portal do Holanda

09/10/2021 11h09 — em Agenda Cultural

Foto: Divulgação

Manaus/Am - Um dos pontos turísticos que merece atenção especial por levar a uma viagem ao período áureo da borracha é o Museu do Seringal Vila Paraíso, situado na comunidade São João, no afluente Tarumã-Mirim, em Manaus.

No local, é possível ter conhecimentos sobre a história, natureza e os costumes vividos no fim do século 18 e início do século 19, período em que o Amazonas viveu mudanças econômicas por conta da comercialização da borracha.

O acesso ao Museu é feito somente por meio fluvial. Para iniciar a viagem é preciso acessar a Marina do Davi, localizada na estrada da Ponta Negra. Existem algumas linhas de ônibus do transporte público que passam pelo local, como as linhas 420, 450 e 641.

Ao chegar na marina, é necessário embarcar em uma das lanchas da Cooperativa dos Profissionais de Transporte Fluvial da Marina do Davi (Acamdaf), que faz o transporte de pessoas até o local e sai a cada uma hora. O preço total por pessoa é de R$ 32 (ida e volta).

O Museu do Seringal funciona de terça-feira à sábado, das 9h às 15h, e todas as visitas contam com guias turísticos que já estão inclusos no valor da entrada, que é de R$ 10 por pessoa. O tempo de visitação leva entre  45 minutos a 1 hora. O local estará aberto no próximo dia 12, feriado da padroeira do Brasil, só que 9h as 13h.

Criado em 2001 para ser cenário do filme “A Selva”, com Maitê Proença, o Museu tem entre os ambientes, a “Casa do Seringueiro'', que recria os principais utensílios usados no século 18, como talheres de prata, malas, relógio suíço e outros itens. A casa traz curiosidades como as marcas mais utilizadas e a maneira de armazenar alimentos na época.

O local conta ainda com um espaço que recria o modo de comércio do período em que a borracha era moeda de troca por alimentos. E tem, inclusive, a capela de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do Amazonas.

Na área externa, pode-se conhecer o local onde os seringueiros dormiam, no meio da floresta, o “Tapiri da Borracha”, onde eles faziam a transformação do material, uma demonstração dos métodos de extração da borracha, na Seringueira e a “Casa da Farinha”, que mostra o processo de fabricação do alimento.


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