"Foi a motivação em nos aproximar de leitores de diversas comunidades e territórios que nos levou a esses nomes", disse Mauro Munhoz, diretor artístico da Flip, em comunicado à imprensa. "Cada um dos três, à sua maneira, está atento à formação de leitores com novas sensibilidades em diferentes partes do País e do mundo. Essa escolha é, de certa forma, uma celebração da origem da Flip."
Eixo
Segundo Munhoz, a escolha dos curadores dá prosseguimento à decisão de, no ano passado, colocar a Flip como um espaço de reflexão e imaginação sobre o mundo. É o que também justifica a seleção de profissionais que atuam fora do eixo Rio-São Paulo para montar a programação.
"A construção de vínculo entre essas duas dimensões, local e universal, é uma das coisas mais potentes que a literatura propicia", comenta Munhoz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


