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Quinoa, linhaça, chia: como consumir alimentos que ajudam a emagrecer

Alimentos como linhaça, chia, goji berry, entre outros, ganharam fama por ajudarem na perda do peso. Além disso, eles possuem nutrientes que são essenciais para a saúde. Então se você comprou ou pretende comprar algum desses alimentos, aprenda como consumi-los. O site Minha Vida entrevistou nutricionistas para saber qual é a maneira correta de ingerir cada um deles. Confira:

 

 

Goji berry: Caso opte pela versão desidratada, que é mais comum no Brasil, é recomendado ingeri-la com água para hidratar as fibras e potencializar os efeitos benéficos. "A fruta pode ser misturada a outras frutas, saladas, sucos e iogurtes, para que se alcance seus efeitos. O importante é que seu consumo esteja presente no dia a dia", afirma a nutricionista Cátia Medeiros. A orientação é consumir entre 15 a 45 gramas da fruta ou 120 ml do seu suco.

Linhaça e chia: Para aproveitar o ômega 3 presente na linhaça e na chia é melhor triturar as sementes, pois o ácido graxo está dentro de uma capa de celulose. Ao quebrar essa capa, um óleo muito sensível é exposto. Então, a orientação é triturar as duas e consumir na hora ou se quiser ingerir depois, coloque-as em uma vasilha de plástico fosca com tampa e leve ao freezer. A linhaça e a chia também são saudáveis quando consumidas in natura, pois são ricas em fibras. As versões in natura podem ser combinadas com saladas, iogurte, frutas e sucos.

Quinoa: A quinoa pode ser adicionada nas saladas nas formas de grãos ou farinhas, incluída no iogurte ou leite como grãos inteiros, o alimento em grãos também pode ser adicionado nas frutas.  A farinha de quinoa pode ser adicionada nos sucos ou vitaminas, isto é importante porque na forma de suco as frutas perdem muitas fibras e a quinoa irá proporcionar esta substância.

Pimenta: As pimentas do gênero Capsicum possuem forte ação termogênica, ajudam no combate ao câncer e são boas para o coração, dentes e estômago. A melhor forma de consumir esta pimenta é in natura ou desidratada. "Fator importante é o grau de ardência do alimento. Quanto mais picante maior o teor de capsaicinoides", afirma Medeiros. Portanto, quanto mais ardida a pimenta melhor para a saúde. 

 

 

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